vivilendo

Editora e Distribuidora


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SEMENTES INVISÍVEIS

Quantas são? Quais? Onde?

Aquelas que não vemos e lançamos.

Sementes que nem chegaram,

Mas que acreditamos.

Do pé de maracujá.

No nosso quintal.

Um bate-papo somente,

Trabalho e conversa, dia quente

Cadeiras à sombra, brisa e jasmins,

Folhas e mais folhas

Verdes e com linhas

As verdes nos faziam pensar,

E as brancas… Chamavam-nos ao mundo…

Um mundo de trabalho:

Novos autores, originais…

Lançamentos, livros, gráfica, projetos, leitura…

Leitura e leitores, muitos…

Uma reunião maior,

Um bate-papo no quintal,

Todos os nossos autores…

Por que não?

No quintal da editora? Não seria melhor num café? 

Não só os autores… Por que não os leitores? E as crianças…?

Aqui? Em nosso quintal? Tanta gente?

Sim, e também professoras,

Vizinhos, pais e mães, gente que gosta de ler.

Não seria melhor um auditório? Afinal, é um seminário?

Não, que tal um bate-papo sobre livros no quintal da editora?

No quintal? Um quintal literário?

Sim, responderam as árvores em uníssono…

Um Quintal Literário!

 O Primeiro Quintal Literário Vivilendo!

Estava lançada a semente…

Invisível, inimaginada.

Terra fértil,

Campo de sonhos

“Se construirmos, eles virão!”

E vieram! Sempre!

Durante seis anos, seis Quintais Literários.

2013, o primeiro e inesquecível, envolveu todos os autores e autoras,

semeávamos, mas não sabíamos.

2014, desafiados pela chuva, das janelas da pequena casinha, pingavam livros, crianças, histórias e mais sementes.

2015, “O Quintal maravilhoso de Alice”, quando lançamos até mesmo um jornal impresso e um gato no telhado nos avisou: “Vocês só podem ser loucos, se não fossem, não estariam aqui”. Éramos loucos. As sementes já estavam lançadas, mas ainda não as vimos.

2016, “O Fantástico mundo de Roald Dahl na nossa fábrica de livros”, quando muitas e muitas crianças reinventaram as histórias do autor, e ganhamos uma caixinha das crianças da escola.

Lá estavam elas: as sementes do maracujá.

 Elas chegaram, estavam visíveis,

 Fizeram-nos acreditar que mesmo debaixo de tempestades, mesmo em períodos difíceis, tréguas que a vida pede, elas estavam plantadas.

2018, quando através delas: “1001 mulheres valentes, de Sherazade a Elza”, o quintal nos mostrou que precisaríamos de muita coragem para seguir e o pé de maracujá já iniciava suas tramas.

2019, já sabíamos que o quintal seria uma “história sem fim” e com os livros de Michel Ende, descobrimos junto com todas as crianças que, para derrotar o Nada era necessário coragem para voar junto o dragão e salvar a fantasia.

As tramas do pé de maracujá já davam voltas.

Nada sabíamos de 2020, mas muito aprendemos sobre o “Nada” e nada nos faria esquecer a história sem fim que existe dentro de um livro…

Nossas janelas precisaram ser quintais…O Nada cresce…

Silenciosamente, o maracujá continuava estendendo mil braços, esticando o vasto corpo…

 2021 amanhece rápido e o maracujá derrama-se em flores e oferta frutos, já ocupa grande parte do quintal,

 Num imenso silêncio, preenchendo o Nada …

E nos mostra a todo instante que a história não tem fim, Que a fantasia ainda pode ser salva,

A não ser que a maioria decida saltar para o nada:

        “… Quando chegar a sua vez de saltar para o Nada, você se transformará também num salvador do poder, desfigurado e sem vontade própria. Quem sabe para o que vai servir. É possível que, com sua ajuda, se possam convencer os homens a comprar o que não necessitam, a odiar o que não conhecem, a acreditar no que os domina ou a duvidar do que os podia salvar… Há também uma quantidade de pobres tontos que, naturalmente, se julgam muito inteligentes e pensam servir à verdade, e não encontram nada  de melhor para fazer do que  dissuadir as crianças da existência da fantasia…”( Michel Ende, “A história em fim”)

Continuemos! Acredite!

As sementes são invisíveis e algumas ainda estão por vir.

Viviane De Gil


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Em 2020, faça de sua janela um quintal!Lembra da ideia que semeamos?Ler no quintal…

Outubro, mês da criança, mês do Quintal Literário Vivilendo, mês tradicional de feira do livro, primavera… A editora Vivilendo preparou alguns KITS Quintal Vivilendo, com promoções que costumamos fazer em nossa feira do Quintal. Aqui estão algumas sugestões, com entrega gratuita em Porto Alegre. Mensagens no email: vivilendo@hotmail.com ou para a página do facebook: vivilendo editora e distribuidora e autora e diretora da editora Vivilendo: Viviane De Gil.

KIT INFANTIL:

O ÚLTIMO GALHO / CONTO DE ALDEIA: 40,00 ( quarenta reais)

PÁGINAS MÁGICAS/UMA FADA APRISIONADA: 25,00( vinte e cinco reais)

KIT INFANTO JUVENIL/ ADULTO( 12 ANOS EM DIANTE):

DE PIRATAS E PÉROLAS/ERA UMA VEZ UMA PONTE: 40,00 ( quarenta reais)

PREÇOS INDIVIDUAIS:

O ÚLTIMO GALHO: 20,00

CONTO DE ALDEIA: 25,00

VALENTINA E O FEIJÃO: 35,00

DE PIRATAS E PÉROLAS: 25,00

ERA UMA VEZ UMA PONTE: 25,00

UMA FADA APRISIONADA: 15,00

PÁGINAS MÁGICAS: 15,00


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Em 2020 a tua janela pode ser um “Quintal Literário”

A ideia de um livro aberto no quintal, na varanda, na sacada ou na janela nunca… Mas nunca mesmo em toda a nossa vida (e me refiro a várias gerações) foi tão urgente, necessária e sublime.

         Contamos, muitas vezes, que a história de nosso Quintal Literário surgiu numa roda de conversa entre nossa equipe sobre a possibilidade de usar o próprio quintal da editora para estimular a leitura. Convidamos nossos autores, amigos e familiares e colocamos a ideia em prática. O projeto nasceu, cresceu e se estendeu a escritores além da editora, caracterizou-se como um evento temático, envolveu uma escola pública, repetiu-se por vários anos, ganhou a adesão de outra escola e chegamos a 2020. Ano atípico. Inigualável. Estarrecedor.

         Num dos “Quintais literários”, ganhamos dos alunos de nossa escola parceira, sementes de maracujá presenteadas numa caixinha. Plantamos, acreditamos e ele cresceu, espalhou-se, deu frutos, cumpriu ciclos acompanhando as estações do ano, assistindo a continuidade dos nossos “quintais”, sempre sendo referenciado como uma testemunha de que é preciso semear e acreditar.

         Hoje, nosso espaço está silencioso, como todos os lugares do mundo que um dia abrigaram vozes de crianças e projetos literários. Agora as árvores, os frutos, as flores e os pássaros estão cumprindo, encantadoramente sua função, preenchendo os espaços.

         A ideia de “Quintal Literário”, portanto, permanece viva. Está latente na memória de todos que aqui estiveram: “O Maravilhoso Quintal da Alice”; “A fantástica fábrica de livros no mundo de Roald Dahl”; “De Sherazade a Elza: 1001 mulheres”; e o mais recente: “Quintal Literário: Uma história sem fim.” Tais temas movimentaram nossa equipe, professoras, coordenadoras das escolas e centenas de crianças.

         Como todos sabem, nosso projeto começa a ser planejado em fevereiro: de março a maio realizamos contatos com as escolas, conversamos sobre a temática, envolvemos a todos com as leituras referentes ao tema escolhido; de junho a setembro, incentivamos e envolvemos professores e alunos com as leituras e o resultado é colhido até o final de setembro, quando as escolas sempre nos surpreendem com o resultado mágico: uma produção criativa, inusitada e sempre esperada na exposição, o maior destaque do evento “Quintal Literário” sempre previsto para outubro.

          Compreendendo a urgência e necessidade de incentivar a todos para que “fique em casa”, o sétimo Quintal Literário será em 2021.

         Estabelecendo uma relação do “Quintal Literário 2019”, lembrando

 o título: “Uma história que não tem fim”, tema que envolveu os livros de Michel Ende, reafirmo que esta história não pode ter fim porque foi inventada, reinventada e recebeu múltiplos significados atribuídos pelas próprias crianças. Uma energia assim não se dissipa. E hoje, olhando e sentindo o silêncio que paira em nosso quintal, temos a certeza de que “a imperatriz criança”, termo usado pelo autor no livro “A história sem fim”, reinventará sempre inúmeros universos a partir de um livro.

         Sabemos que agora, em cada quintal, varanda, sacada e janela, há crianças que sabem que é possível aprender e reaprender, inventar e reinventar, criar e recriar universos a partir de leituras. Em 2020, professoras, autores, crianças e todos que prestigiam nosso “quintal”, o “quintal literário” são as janelas.

         Nosso maracujá continua forte, dando frutos, estendendo ramos, cada vez mais numa história sem fim em busca de muito mais tramas. Nosso quintal literário continuará sempre vivo de todas as formas.

         Quem Vive lendo liberta fadas!


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SUBA, ATÉ O ÚLTIMO GALHO!

“… Acabara de chegar e já escutava o sussurro. Era uma voz carinhosa e calma, que falava de muito longe, de outro tempo… Muito distante. – Suba, venha até aqui, no último galho! Venha, Melissa, não tenha medo, no último galho! A sombra do balanço enluarado oscilando mais parecia um fantasma brincando nas trevas. E ela sabia que não era o vento que fazia os balanços andarem sozinhos. Já havia aprendido isto na infância. A ternura da voz que lhe chegava aos ouvidos era como um carinho e um bálsamo que ela tinha saudades, mas já havia esquecido do quanto era bom aquele estado de plenitude e segurança. Seus cabelos, numa mistura de branco e cinza, que estavam presos por uma travessa no alto da cabeça aos poucos foram desmoronando e ela deixou a nuca cair no encosto da cadeira, dirigindo seu olhar para o alto da copa verde prateada de lua. Dois pares de olhos brilhantes estavam fixados nela. Um deles era de uma azul brilhante, como se tivessem dois faróis acesos e o outro era negro aveludado, num formato de amêndoa, que tendia para cima. Os rostos sorriam. Primeiramente, seu olhar era de susto, depois reconhecimento e finalmente, o sorriso…”

Descubra de quem eram os sorrisos… Também podes encontrá-los no último galho… Suba e descubra!

Homenageie um árvore!

O ÚLTIMO GALHO

VIVIANE DE GIL

EDITORA VIVILENDO

preços promocionais: 20,00 ( Vinte reais)

contatos: mensagens para a página facebook Vivilendo editora e distribuidora

ou email: vivilendo@hotmail.com


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PUBLICAÇÕES 2019

Porto Alfabeto Alegre ( autores: Wanda Queiroz e William Mog)

O Sabiá e a Primavera ( autora: Ana Maria Bettini)

Porto Alfabeto Alegre

Autora: Wanda Queiroz

Ilustração: William Mog

Um passeio pelos recantos de Porto Alegre descritos num texto alegre, leve e dinâmico de A a Z é o tema do livro colorido e desenhado por William Mog.

O Sabiá e a Primavera

Autora e ilustradora: Ana Maria Bettini

A primavera não viria se o Sabiá não conseguisse cantar. Uma fábula encorajadora e repleta de imagens significativas, esperança, compaixão e valorização da vida.


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CONTO DE ALDEIA Lançamento de Viviane De Gil

O  livro apresenta o universo de Garapuvu, uma aldeia de pescadores onde vive o menino Valdinho que tenta compreender a vida, o crescimento e a morte, misturando sua aventura pessoal com as lendas em que está mergulhado. É nessa busca que ele se depara com o inesperado: uma sereia negra.

familia 1Capa Conto de Aldeia 1.jpg O cenário mistura a madeira dos barcos, o branco da areia, a textura das rendas e o colorido das flores que podem ser vistas nos jardins, nas cortinas e nas toalhas que brincam ao vento e tingem a lida diária dos pescadores e de suas famílias. Nessa aldeia, mora Valdinho, filho de Dorival, um pescador que costumava enfrentar o mar com valentia. Uma tempestade e o destino, no entanto, são mais fortes do que ele e o levam para o fundo do mar, deixando a mulher e filho inconsoláveis.  Para compreender as razões, Valdinho decide embarcar numa canoa construída pelo pai que o presentearia em seu décimo aniversário. Habituado a escutar os contos de aldeia nas rodas de pescadores, Valdinho se depara com uma sereia que o fará perceber que a vida reserva sempre algo mais.

O livro destina-se ao público infantil, mas estende-se a diversas idades por associar temas como: perda, diversidade, referências musicais como Clara Nunes e Dorival Caymmi, além de um intertexto com “A Sereiazinha”. No prefácio, Giordano Gio, cineasta e historiador da arte salienta o quanto as sereias mudaram sua forma no nosso imaginário com o passar do tempo: “…Da lenda da Melusine medieval, passando pela Pequena Sereia de Andersen, chegando até aos habitantes da Terra do Nunca e a brasileiríssima Iara, elas tiveram muitas formas…”      As ilustrações que compõe o livro nascem do imaginário do Arquiteto, urbanista e artista gráfico, Guilhermo Gil que, ao refletir de forma metafórica o universo de Garapuvu, mistura texturas e cores típicas dessas aldeias, captando o movimento das ondas e das notas musicais entoadas na narrativa.


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Borboletas Poéticas encantaram a Casa de Cultura Mário Quintana

No sábado a tarde, na Casa de Cultura Mário Quintana, Emiliana Faria Rosa,( Emi Rosa) lançou seu livro Borboletas Poéticas, editado pela Vivilendo. Emiliana é doutora em linguística e mestra em educação e professora de Língua Brasileira de Sinais na UFRGS e poetisa. Ficou surda aos onze anos e usando suas palavras na apresentação do livro, assim ela se define: “… Sobre ser surda? Sim, sou surda. Bilíngue, ou seja, tenho duas línguas: a Libras ( Língua Brasileira de Sinais) e o português. Sortuda, eu… Duas línguas para ser, viver, criar. O Português é a minha língua de escrita; a libras é minha língua de liberdade. E borboletas? Também. Eu aprendi a gostar quando percebi que sou, somos borboletas…”
O livro apresenta três fases: segundo a autora “são fases de amadurecimento e florescimento poético e cada pétala do casulo cai junto a uma nova fase de um novo poema”.
Viviane De Gil , diretora da editora Vivilendo realizou a abertura do evento explicando o processo de edição e de criação do projeto gráfico juntamente com sua equipe, Giordano Gio, assessor de edição e revisor e Guilhermo Gil, ilustrador e coordenador do projeto gráfico, assessorado também por Michele Kipper que incluiu algumas ilustrações e citando Candy Uranga, criadora da capa.
O evento foi traduzido pela interprete de Libras, Luciane Bresciani Lopes. Ao final da fala de abertura, Emiliana traduziu ao público em Libras o poema de poema de Mário Quintana “Os Poemas”, lido por Viviane De Gil. A autora falou de seu processo de criação, do tempo em que as poesias ficaram guardadas e da emoção e felicidade que esta sentindo ao lançar seu livro. Na apresentação de seu livro, ela diz: “Agora vá, leitor, siga as borboletas. Voe! ”
A poesia de Emiliana é leve e convida ao voo, ao sonho, à liberdade. Vale a pena conhecer “Borboletas Poéticas” ! Parabéns, Emiliana, nossa equipe ficou feliz em realizar contigo esta travessia e agora avistá-las voando, é mágico!


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VIVILENDO 2017

Em 2017,
Viva lendo e acredite que:
Os dinossauros sempre existirão.
Todas as Valentinas do Brasil terão a sua história com final feliz.
É fácil fazer versos e esmo,
O Imaginário reflete uma incrível jornada e reserva surpresas:
Londres voltou! Ainda mora no Bonfim.
É possível seguir adiante em busca dos segredos escondidos nas gavetas.
A versão da história que vale é a sua.
Não se pode esquecer que a memória é uma lista mágica e
há mil e uma possibilidades para desenrolar o novelo da vida.
Do outro lado do muro tem algo mais…
Um espaço para o diferente ser diferente.
Tem anjos muito além das fronteiras,
A cavalgada é infinita, mas vale a pena.
Quando as pipas são atiradas ao vento,
Abre-se um arco-íris de possibilidades e
a liberdade para definir a cor é sua.
Um livro de matemática pode esconder uma fada,
Uma vida pode saltar do tecido de uma toalha cor de laranja.
A âncora de ouro tão sonhada está lá, numa estranha ilha.
Eles esperam por você no último galho da sua árvore.
Todos os livros têm páginas mágicas
Aquele nó não é cego e pode ser desatado e novamente amarrado.
Nós vamos novamente reconstruir a ponte que caiu e…
Agora é buscar as pérolas no mar e refazer o colar.
Aquela fada presa há tantos anos ficará livre e…
É possível libertar 365 fadas em 2017 porque…
Quem vive lendo liberta fadas!
Equipe VIVILENDO